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O cometa socialista

por Rodrigo Martins publicado 05/10/2012 11h27, última modificação 05/10/2012 11h27
Com a perspectiva de eleger até 500 prefeitos, o PSB ganha fôlego para competir no plano nacional
Geraldo Julio

O novato Geraldo Júlio é líder em Recife Foto: Clemilson Campos / JC Imagem / AE

*Colaborou Piero Locatelli e Marcelo Pellegrini

O PSB perdeu o medo de caminhar com as próprias pernas. Aliado de primeira hora do PT há mais de duas décadas, o partido apoiou todas as tentativas de eleição de Lula à Presidência. Desde 2003, os socialistas estão na base aliada do governo petista. Hoje é a principal legenda de esquerda na sustentação do governo Dilma Rousseff, e continua como parceira preferencial nas disputas locais. Neste ano, a relação entre os partidos sofreu, porém, abalos visíveis. Os socialistas romperam alianças históricas com o PT no Recife, Fortaleza e Belo Horizonte. Mas, apesar das rusgas, a estratégia parece caminhar bem.
Das 11 capitais em que apresentou candidato próprio, o PSB tem chance de conquistar duas no primeiro turno, Recife e Belo Horizonte. O partido também é dado como certo no segundo turno em Fortaleza, Cuiabá e Curitiba, além de continuar na disputa por Aracaju, Porto Velho, Macapá e João Pessoa.
A uma semana das eleições, a legenda liderava as pesquisas em ao menos 12 municípios com mais de 150 mil eleitores, incluídos Campinas (SP), Foz do Iguaçu (PR) e Duque de Caxias (RJ). “A expectativa é aumentar de 50% a 70% o número de prefeituras”, diz o cientista político Roberto Amaral, vice-presidente da sigla. Se os cálculos do dirigente estiverem corretos, o partido governará ao menos 465 cidades. Quatro anos atrás, elegeu 310 prefeitos.
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