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O Brasil dá ideias à GE

por Redação Carta Capital — publicado 28/01/2013 10h38, última modificação 28/01/2013 10h38
A companhia investe 500 milhões de reais em um centro de pesquisa no Rio de Janeiro, para aproveitar as oportunidades do País

Por Costábile Nicoletta

Em 21 de outubro de 1879, Thomas Edison, fundador da General Electric, conseguiu fazer funcionar em seu laboratório, em Menlo Park, nos Estados Unidos, a primeira lâmpada incandescente comercial. À época, passar a corrente elétrica através de um filamento para gerar luz e mantê-lo aceso por algumas horas a preço acessível era um desafio tecnológico. Ela permaneceu ligada por 13 horas, um recorde então. Hoje, uma lâmpada feita com tecnologia LED, também desenvolvida pela GE, consome menos energia, ilumina mais que a incandescente e pode durar até 22 anos.

A inventividade de Edison ficou no DNA da GE, colosso industrial que produz de lâmpadas a turbinas de usinas de energia e para aviões, sofisticados aparelhos de diagnóstico para exames médicos a um sem-número de outros produtos. Além dos EUA, a companhia mantém centros de pesquisa na Alemanha, China e Índia. Até o fim deste ano, o Rio de Janeiro integrará esse elenco de polos de desenvolvimento e receberá investimento de 500 milhões de reais para abrigar 400 cientistas dedicados a estudar soluções para os clientes do grupo no País e na América Latina.

O Brasil e o continente vêm proporcionando seguidamente crescimento de dois dígitos aos negócios da GE. No ano passado, ambos registraram expansão de 24%. O faturamento na América Latina somou 8,3 bilhões de dólares, 3,3 bilhões dos quais originados no País. No mesmo período, as vendas globais da companhia chegaram a 147,4 bilhões de dólares, praticamente o mesmo resultado de 2011. O empuxo latino – e especificamente o brasileiro – explica a escolha do Rio de Janeiro como a quinta sede de pesquisa do grupo.

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