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Mulheres ricas. De verdade

por Redação Carta Capital — publicado 11/05/2012 12h58, última modificação 11/05/2012 12h58
A Agenda Black, comunidade restritíssima na internet, é um retrato das angústias, manias e ideias das abastadas
mulheres

Luta de classes. Os serviçais são tema constante de debates

Por Ana Paula Sousa e Gonzalo Cárcamo (Ilustrações)

Para ser uma ablacker não basta querer. É preciso poder. O Brasil tem hoje 4,5 mil ablackers. E ao menos 4 mil estão na lista de espera para receber o “sim” que as colocaria no grupo. As ablackers, para quem não sabe, são as integrantes da Agenda Black, comunidade do Facebook que reúne uma seleção de mulheres ricas – para usar a expressão que entrou em voga com o programa da TV Band – do País.

Criada em outubro de 2011 pela publicitária paulistana Christine (Titina) McKay Bilton, a agenda explodiu do dia para a noite. Em 15 dias de funcionamento já tinha 3 mil participantes. Rapidamente, virou negócio da China – ou melhor, do Brasil. A inspiração para o nome Agenda Black veio dos cartões de crédito black, que estão no topo da hierarquia financeira de bandeiras como American Express e Mastercard.

Neste mês, depois de ter sido parcialmente vendida para uma agência de comunicação digital, a iThink, a comunidade deu início ao processo de migração do Facebook para um novo aplicativo de iPad e iPhone. Sua criadora, além disso, acaba de anunciar uma parceria com o shopping Cidade Jardim, considerado o mais elegante de São Paulo, e já se fala na criação de um cartão de crédito AB.

*Leia matéria completa na Edição 697 de CartaCapital, já nas bancas