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Muito dinheiro, pouco futebol

por Gianni Carta publicado 11/10/2012 11h29, última modificação 11/10/2012 11h29
Inflado pelos petrodólares do Catar, o PSG oscila na Europa
PSG

Poço sem fundo. Leonardo e El-Khelaifi receberam sinal verde do emir Al-Thani para montar um elenco milionário. Foto: Bertrand Guay/AFP

De Paris

Zlatan Ibrahimovic, o atacante sueco do Paris Saint-Germain FC, colocou os fones de ouvido e se isolou do resto do time no voo de Marselha a Paris no domingo 7. O jogo com o time local terminou empatado em 2 a 2. Dois gols de Ibra, considerado “magnífico” – e único jogador de destaque – pelo vespertino Le Parisien. A ira do sueco era dirigida ao brasileiro Maxwell e ao outro lateral, Jallet, que falharam nos gols do Olympique de Marseille. O meio-campista argentino Javier Pastore deixou a desejar. Nem o presidente do PSG, Nasser el-Khelaifi, e o brasileiro Leonardo, o diretor esportivo, não escondiam o descontentamento com o resultado.

Apesar dos altos investimentos, o PSG ocupa a segunda colocação no fraco campeonato francês. Dias antes do empate em Marselha, o time havia perdido para o Porto na Liga dos Campeões, o mais disputado e cobiçado torneio de futebol do mundo. Soma três pontos em dois jogos na liga (o Porto tem seis pontos).

A temporada mal
começou, o PSG pode ir muito longe, mas os primeiros resultados não fazem jus aos gastos do fundo soberano do Catar, proprietário do clube desde maio de 2011.

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