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Fred Astaire das quadras

por Gianni Carta publicado 13/07/2012 11h54, última modificação 13/07/2012 11h54
Federer é novamente número 1 ao vencer em Wimbledon. Seria também o melhor de todos os tempos?
Federer

Antes dele, é consenso, Laver e Sampras. No confronto com estes, Roger leva a melhor, segundo os especialistas. Foto: Julian Finney/Getty Images/AFP

Desde sua última vitória no Aberto da Austrália, em 2010, ninguém acreditava que Roger Federer pudesse vencer novamente um torneio como Wimbledon. O suíço não ganhava um dos quatro do Grand Slam (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon, Aberto dos EUA) há dois anos e meio, e aos 31 anos, o tempo não jogava a seu favor. Além disso, diante de talentos como Novak Djokovic e Rafael Nadal, a ocupar, respectivamente, a primeira e segunda posições no ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), uma nova ascensão do número 3 do mundo, Federer, parecia impensável.

Às vésperas da final de Wimbledon no domingo 8, comentaristas argumentavam nos jornais britânicos que o escocês Andy Murray, primeiro britânico a chegar à final desde Bunny Austin em 1938, “estava com fome” e tinha as armas para vencer Federer. The Sunday Times publicou uma foto do britânico Fred Perry, campeão em 1836 de Wimbledon, batendo uma esquerda ao lado de uma foto de Murray a evocar o gesto de seu antecessor. O holandês de origem tcheca Richard Krajicek, vencedor de Wimbledon em 1996, previu uma vitória de Murray, de 25 anos e 4º da ATP, em 5 sets.

Previsões apressadas. Na grama da quadra central de Wimbledon – e a grama é a predileta de Federer –, vimos o suíço no topo de seu jogo. Desempenho fluido, elegante, bailarino, Fred Astaire de raquete. Resultado: 4-6, 7-5, 6-3, 6-4.

*Leia matéria completa na Edição 706 de CartaCapital, já nas bancas

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