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Destino, o fator privado

por Luiz Antonio Cintra — publicado 17/08/2012 12h29, última modificação 17/08/2012 12h29
Para destravar os investimentos, o Planalto lança um pacote de 133 bilhões em concessões de rodovias e ferrovias
Dilma

A presidenta Dilma Rousseff. Foto: Dida Sampaio/AE

O grande personagem não estava no púlpito, mas na plateia. Aos 88 anos, ladeado pelo filho empresário, o engenheiro Eliezer Batista recebeu uma deferência especial da presidenta Dilma Rousseff. Batista, disse Dilma, é um “defensor incansável da tese de que o encurtamento de nossas distâncias é decisivo”.
A referência a Batista não poderia ser mais apropriada. Criador da Vale, obcecado pela integração logística do Brasil, o engenheiro acompanhava o anúncio do plano federal que pretende repassar à iniciativa privada obras avaliadas em 133 bilhões de reais.
O objetivo é conceder a empresários 7,5 mil quilômetros de rodovias, a serem construídas ou duplicadas, e 10 mil de ferrovias. O Planalto pretende exigir que 80 bilhões de reais sejam investidos em até cinco anos após a outorga das concessões.
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