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A esperança, ainda

por Eduardo Graça — publicado 09/11/2012 10h37, última modificação 09/11/2012 10h37
Barack Obama é reeleito com o voto de jovens, mulheres e minorias e prega a conciliação nacional
Obama

Barack e Michelle Obama comemoraram resultado da eleição. Foto: Robyn Beck/AFP

De Chicago

Foi menos angustiante e mais rápido do que se esperava. O relógio marcava 34 minutos da madrugada da quarta-feira 7 quando Barack­ Obama entrou, acompanhado pela primeira-dama Michelle e suas filhas Sasha e Malia, no palco improvisado no McCormick Place para celebrar a histórica reeleição conquistada com a repetição da aliança que o levou à Casa Branca em 2008.

Negros, hispânicos, mulheres, asiáticos, gays e jovens foram novamente às urnas para confirmar o voto no primeiro presidente de origem africana dos EUA, contra o consenso estabelecido desde o início da campanha de que os eleitores republicanos estavam mais propensos a sair de casa em direção às zonas eleitorais do que os desencantados governistas. Com a vitória da Flórida, anunciada tardiamente na noite da quinta 8, Obama somou 332 delegados contra 206 de Romney.

“Hoje de noite, nesta eleição, vocês, o povo norte-americano, nos lembrou que, apesar de nosso caminho ter sido longo e nossa jornada difícil, o melhor ainda está por vir”, disse Obama em um discurso forte, voltado para a união nacional, com direito a mea-culpa e acenos à realidade oferecida pelo restante dos resultados da noite.

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