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Mino Carta lança seu livro ‘O Brasil’ ao lado de Ciro e Cid Gomes

por Redação Carta Capital — publicado 17/04/2013 12h53, última modificação 06/06/2015 18h24
Em Fortaleza, Mino Carta lança seu romance que intercala ficção e realidade para narrar a história recente do Brasil e do jornalismo
Mino

Mino Carta, ao centro, responde às perguntas dos participantes, ao lado de Ciro Gomes (d) e do governador do Ceará, Cid Gomes (e). Foto: Assessoria Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

O jornalista Mino Carta, diretor de Redação de CartaCapital, esteve em Fortaleza, na terça-feira 16, para o lançamento de seu romance O Brasil (Record, 356 páginas), uma devassa da história e do jornalismo brasileiro por meio da ficção. A viagem faz parte da turnê do jornalista pelo Brasil para divulgar seu novo livro e contou com a presença dos irmãos Ciro e Cid Gomes, governador do Ceará.

No evento, o ex-ministro Ciro Gomes apresentou o novo romance do jornalista e comparou a história de Mino Carta com o roteiro de O Brasil. Durante o lançamento, Mino Carta também criticou a  subserviência de alguns governantes à mídia nacional e disse que "a imprensa brasileira defende o pensamento único e que não chega ao povo brasileiro".

O romance O Brasil é mistura das memórias de Mino Carta, que esteve no comando de alguns dos principais veículos de imprensa do País, com fatos históricos narrados a partir da morte de Getúlio Vargas.

Sobre o autor

Genovês nascido em uma data incerta entre 6 de setembro de 1933 e 6 de fevereiro de 1934, Mino Carta começou no jornalismo em 1950, cobrindo a Copa do Mundo como correspondente do jornal Il Messaggero, de Roma. Colaborou de 1951 a 1955 com a revista Anhembi, fundada e dirigida por Paulo Duarte, e foi redator da agência Ansa em São Paulo. Mudou-se para a Itália em 1957, trabalhando como redator dos jornais La Gazzetta del Popolo, de Turim, Il Messaggero e como correspondente do Diário de Notícias do Rio e da revista Mundo Ilustrado. Voltou em 1960 para o Brasil, onde fundou e foi diretor de redação da revista Quatro Rodas. Também fundou e dirigiu a edição de esportes de O Estado de S. Paulo (1964/1965). Dirigiu o Jornal da Tarde (1966/1968), a revista Veja (1968/1976), a revista IstoÉ (1976/1981) e o Jornal da República (1979/1980). Foi diretor de redação da revista Senhor de 1982 a 1988 e da revista IstoÉ de 1988 a 1993, quando saiu para fundar a revista CartaCapital.

 

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