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Interação virtuosa

por Editor CartaCapital — publicado 13/12/2010 10h00, última modificação 17/12/2010 16h11
Responsabilidade e liberdade devem orientar o ministério, que há de manter isenção política diante das manifestações culturais
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O crítico Alfredo Bosi, que pede a Cultura conectada á educação

Responsabilidade e liberdade devem orientar o ministério, que há de manter isenção política diante das manifestações culturais

Um ministério da Cultura em um governo democrático e progressista tem o dever de equilibrar duas tendências aparentemente opostas. A salutar isenção política em face da diversidade das manifestações culturais, que devem guardar independência na medida em que emergem da sociedade civil. E a capacidade de apoiar efetivamente a difusão dos bens materiais e espirituais na medida em que o Estado é responsável pela sua democratização no interior dessa mesma sociedade.

Uma interação virtuosa de liberdade e responsabilidade vem a ser,  portanto, o ideal de um Ministério da Cultura que deverá integrar o governo de Dilma Rousseff. Algumas propostas:
1. Ampliar o projeto dos pontos de cultura já instituídos pelo Ministério da Cultura na gestão de Gilberto Gil.

2. Reativar as Casas de Cultura.

3. Estabelecer conexões com o Ministério da Educação com o fim de utilizar os próprios federais de suas unidades escolares para atividades culturais realizadas nos fins de semana.

*Confira este conteúdo na íntegra da edição 627, já nas bancas.