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Ao povo a visibilidade

por Alvaro Machado — publicado 30/09/2016 06h10
O espetáculo incorpora a inquietação do teatro de rua por meio de exploração intensa da espacialidade
Rodrigo Rosenthal
Opovoempé

Cena da peça Opovoempé

Sob o sugestivo nome Opovoempé, o coletivo paulista completa dez anos com mostra de cinco espetáculos de seu repertório, além de exposição/instalação em torno de sua trajetória de intervenções em espaços públicos, em São Paulo e no exterior, em cidades como Frankfurt e Zagreb.

Dirigido por Cristiane Zuan Esteves, o núcleo costuma convidar plateias à participação direta, como ocorria no projeto inaugural, Guerrilha Magnética (2005), sobre os conceitos de visibilidade/invisibilidade.

Os espetáculos em sala incorporam a inquietação do teatro de rua por meio de exploração intensa da espacialidade.

A investigação dessas fronteiras é focalizada por Na Polônia, Isso É Onde? (2015), 9:50 Qualquer Sofá (2007), Aquidentro Aquifora (2009), Arqueologias do Presente – A batalha da Maria Antônia (2013) e Espelho – Uma contemplação da vida e da finitude (2012), este na praça do Sesc Belenzinho.

Ocupação OpovoempéSesc Belenzinho, São Paulo. Até 16 de outubro