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No Masp, a arte dessacralizada

por Redação — publicado 20/04/2016 12h20, última modificação 22/04/2016 05h46
Livro "Concreto e Cristal" recupera a história do Museu de Arte de São Paulo e experiências expositivas de Lina Bo Bardi
Divulgação
Masp

Os cavaletes de Lina Bo Bardi

Obras de arte não devem ser tratadas como bens de luxo e objetos preciosos, e sim como produtos de um trabalho artístico ligado à vida cotidiana. Com esse pensamento, Lina Bo Bardi revolucionou o conceito de expografia.

A ousadia materializou-se em cavaletes de cristal apoiados sobre concreto, em contraste entre a matéria delicada e a áspera, o rude e o frágil. Soberana, a tela flutua, permite conhecer seu verso, quem sabe escritos do artista para a posteridade.

“O Museu de Arte de São Paulo é popular”, escreve a arquiteta em 1970, um ano após a abertura do Masp ao público. É o diretor-artístico da instituição, Adriano Pedrosa, quem recupera a história no momento em que os emblemáticos cavaletes estão de volta.

No livro Concreto e Cristal, as experiências expositivas de Lina são tema de Pedrosa e outros autores.

Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi. 320 págs. 150 reais. Cobogó Masp

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