Adolf Hitler não se suicidou em 30 de abril de 1945 no seu bunker em Berlim. Eva Braun, sua mulher, também não se matou após ingerir uma dose de cianeto. O ditador nazista e sua companheira escaparam num submarino para as costas argentinas. Viveram anos a fio nas cercanias de San Carlos de Bariloche, onde tiveram duas filhas antes da morte de Hitler, em 1962. O Fuhrer tinha 73 anos.
Essa é a polêmica tese de um livro publicado no Reino Unido, Grey Wolf: The Escape of Adolf Hitler, dos autores britânicos Gerrard Williams e Simon Dunstan.
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Especialista em Segunda Guerra Mundial, William é historiador e diz ter encontrado suficientes provas para co-escrever o livro.
A Argentina era o país ideal, argumentam os autores, porque este país era “um enclave fascista e pró-nazista”. Adolf Eichmann e Joseph Mengele, dois notórios criminosos nazistas, também se refugiaram na Argentina.
Hitler e Braun, alegam Williams e Dunstan, teriam sido ajudados na sua fuga pelos serviços de segurança norte-americanos. Em troca, os espiões tiveram acesso à tecnologia de guerra de ponta dos nazistas.
Houve pressão para que o livro não fosse publicado.
Segundo os autores de Grey Wolf, duas de suas testemunhas oculares teriam sido ameaçadas de morte quando a obra estava sendo redigida.
O livro cita inúmeras fontes, incluindo médicos e cozinheiros. Todos dizem ter visto ou conhecido o líder nazista antes de sua morte, em 13 de fevereiro de 1962. Suas duas filhas estariam vivas.
No entanto, esta não é a primeira vez que um livro narra a suposta fuga de Hitler e Braun para a Argentina. Em 2003, foi publicada a obra Hitler in Argentina, de Abel Basti.
Agora, contudo, a história ganhará ímpeto com um novo filme baseado em Grey Wolf.
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