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Quem nos salvará dos super-heróis?

por Vitor Knijnik — publicado 15/05/2012 15h12, última modificação 15/05/2012 15h12
O cinema virou uma indústria dedicada a adular adolescentes ou a infantilizar os maiores

Nos seus primeiros anos de vida, logo após os irmãos Lumiere o parirem, o cinema não passava de uma atração de feira e exposições. Ninguém via grande futuro naquela invenção. Porém, era uma curiosidade que fazia as pessoas literalmente caírem da cadeira. O olhar virgem da plateia não demandava que os protocineastas contassem histórias. Para causar sensação, bastava apenas registrar as coisas em movimento e depois exibir a película. mais ou menos como são os filmes pornôs.

Mas o ser humano é um bicho enjoado e logo boceja quando não lhe apresentam novidades. Alguns pioneiros, então, decidiram contar histórias através do cinematógrafo para assim manter o interesse da audiência. Outros investiram no ramo da pipoca, apostando que no futuro ninguém conseguiria ficar duas horas sentado fazendo uma única coisa.

Uma das primeiras experiências narrativas relevantes aconteceu no Estados Unidos, através das mãos de D.W Griffith. Ele introduziu novas formas de fazer cinema. Foi o primeiro a usar dramaticamente a montagem, alternando closes e movimentos de câmera. Por isso é conhecido como pai da linguagem cinematográfica. Da mãe sabe-se apenas que fugiu com um rico produtor de Hollywood.  Leia o post completo aqui.