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Começa o festival

por Orlando Margarido — publicado 20/01/2012 22h21, última modificação 20/01/2012 22h21

Tiradentes -- Caros, cheguei. Depois de rápido voo até Belo Horizonte e um longo caminho com van, estou em Tiradentes para cobrir o festival mais particular do calendário nacional. E por que particular? É a vitrine jovem da produção brasileira, os debates mais aprofundados,e por vezes inflamados, e uma condição favorável a crítica. Aqui se pensa o cinema, acompanha-se uma juventude interessada em produzir mas também dialogar. Mas há também um equilíbrio na programação. Nem toda ela é voltada a estreantes. A prova disso é que daqui a pouco a tenda montada na praça principal, principal centro de exibição da mostra, exibe Billi Pig, de José Eduardo Belmonte, seu quinto longa metragem, depois de Meu Mundo em Perigo. A noite também tem homenagem a Selton Mello, não necessariamente pelo ótimo O Palhaço, que já foi visto por 1,4 milhão de pessoas. Um feito. Mas Selton é o protagonista de Belmonte. Vale a celebração conjunta de sucesso e cinema autoral. Depois, a partir de amanhã, Tiradentes mostra sua nova munição na Aurora. a seção dedicada aos estreantes. Já tenho de sair agora para garantir lugar na tenda. O interesse aqui é grande, muitos jovens e cinéfilos, ou os dois, disputando lugar. Depois falo mais do que virá, até

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