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Política

Corrida presidencial

Dilma seria reeleita no primeiro turno, aponta Datafolha

por Redação — publicado 23/02/2014 15h42

A popularidade da presidenta Dilma Rousseff se manteve estável desde novembro, assim como as taxas de intenção de voto que obtém para a corrida eleitoral deste ano. É o que revela pesquisa Datafolha, feita entre 19 e 20 de fevereiro com 2.613 eleitores, em 161 cidades do todo o País.

Enquanto em março, segundo o Datafolha divulgado neste domingo 23, 65% consideravam sua administração boa ou ótima, no início de junho essa taxa caiu para 57%. Ao final daquele mês, depois dos protestos de junho do ano passado, esse percentual despencou para 30%.

Em novembro, no entanto, a presidenta começou a demonstrar uma recuperação lenta e gradual, chegando a 41% no fim de novembro, mesma taxa atual.

A diferença, entretanto, se dá dentre aqueles que consideram seu governo ruim ou péssimo - indo de 17% para 21% -, assim como os que consideram sua gestão regular - de 40% para 37%.

Primeiro turno. Nos principais cenários eleitorais apresentados pelo Datafolha, no entanto, Dilma mantém-se no mesmo lugar em que estava no fim de novembro. Se a eleição para presidente fosse hoje, a presidenta venceria o primeiro turno com 47% das intenções de voto contra 17% de Aécio Neves (PSDB) e 12% de Eduardo Campos (PSB). A vitória se daria porque a petista tem mais do que a soma dos demais adversários.

Segundo a pesquisa, o único fator que pode causar alguma ruptura para Dilma no cenário eleitoral é a eventual entrada de Joaquim Barbosa e Marina Silva na disputa. Nesta hipótese testada pelo Datafolha Dilma lidera com 40%, enquanto a soma dos adversário da presidente chega a 43%: Marina Silva (PSB) com 17%, Joaquim Barbosa (sem partido) com 14% e Aécio Neves (PSDB) com 12%.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível dizer que haveria segundo turno, uma vez que há uma situação de empate técnico. Ainda assim, essa seria a situação em que a presidenta ficaria mais apertada para vencer a disputa pelo Planalto.